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Charger SRT8 2012


                A versão 2012 do modelo vem com novo motor e um visual mais esportivo. O Charger SRT8 2012 possui um motor HEMI V8 de 465 CV e 6.4 litros, que pode chegar a 281 km/h. Em apenas 4 Segundos o Dodge vai de 0 a 96 km/h, com um torque de 76 Kgfm.
                Apesar de o motor ser maior que o anterior, ele oferece baixo consumo e possibilita extrair torque em baixa rotação, graças a um coletor de admissão e comando de válvulas.
                O estilo foi modificado, acabou seguindo o padrão mais moderno das marcas de hoje, mas não perdeu a esportividade e o respeito, respeito esse que o leva a ser usado como viaturas em alguns países.










Charger R/T


Em 1971, Emerson Fittipaldi, na época o primeiro piloto da Lotus, não foi econômico nos elogios ao Dodge Charger RT, quando comentou o esportivo durante um teste comparativo a convite de QUATRO RODAS (edição de março): "Ótima estabilidade, obediente, gostoso de dirigir e direção excelente".
O Charger RT era o puro-sangue da linha Dodge nacional, lançado em 1970 pela Chrysler, recém-chegada ao Brasil. Derivado do Dodge Dart cupê, ele tinha cara e potência de carro americano. Mas custava caro: para tirar um modelo 1975 - igual ao da foto - da loja, era necessário fazer um cheque de 74.200 cruzeiros, aproximadamente 50.000 reais em valores atuais.
Com 215 cavalos, ultrapassava facilmente os 180 km/h e acelerava de 0 a 100 em 11 segundos. Essa marca era obtida graças à elevada taxa de compressão do motor, que obrigava o Charger a consumir gasolina azul em altas doses - fazia 4 km/l na cidade e 6 km/l na estrada. Gasolina azul era a designação do combustível de maior octanagem, opção para gasolina comum (amarela) e, é claro, de preço bem mais alto.
Dirigir hoje um Charger RT requer adaptação. Se o som do motor convida a pisar mais fundo, os freios intimam: é preciso firmeza no pedal para imobilizá-lo. Está certo que o desempenho do motor já não impressiona tanto, mas ele mantém intacta sua alma de carrão esportivo. A suspensão é um pouco dura e a embreagem é pesada, mas o câmbio de quatro marchas, no console, tem engates precisos e a alavanca, deslocada para a esquerda, é de fácil manejo.
O interior é despojado, à exceção dos bancos individuais de couro, totalmente reclináveis, que faziam a alegria dos namorados. Isso sem falar do ar-condicionado (opcional) instalado sob o painel, um luxo para poucos na época. A direção hidráulica era equipamento de fábrica.
O RT sobreviveu por um bom tempo ao preço alto da gasolina - consequência da crise do petróleo que teve início com a guerra no Oriente Médio, em 1973. A linha Dodge foi fabricada até 1981, quando a Volkswagen, que havia assumido o controle da Chrysler brasileira, interrompeu a produção. Perfeito ele não era.
O tratamento da chapa era deficiente e facilitava a proliferação da ferrugem. E o carburador DFV estrangulava o vigoroso V8 e falhava na alimentação do motor em alta rotação. Mas nada disso impediu que fosse o mais desejado esportivo nacional. Emerson Fittipaldi, depois de testá-lo, disse que compraria um para seu uso caso morasse no Brasil.
Logo Dominc Toretto fez sucesso com a máquina nos cinemas, em varias séries do filme “Velozes e furiosos” nome que com certeza lembra o RT!







Viper 2013


Quando o último modelo da geração anterior Dodge Viper saiu da linha de montagem, muitos de nós levamos conforto em saber que a próxima geração já havia sido confirmada para a produção. A nova geração Viper SRT foi provocada por rumores por uma boa quantidade de tempo, construindo o suspense para o novo design e motor potente. Agora,  finalmente está aqui, trazendo seu novo visual e deixando de lado o título do rodeio no processo.
O novo Viper SRT recebeu um todo-novo, design exterior intemporal com uma capa de fibra de carbono novo, telhado, decklid, e painéis de porta de alumínio. Como uma primeira, o Viper será oferecido com lanternas traseiras de LED que integram o pára-e-volta de iluminação em um elemento.
Sob o capô, o novo Viper apresenta um novo 8,4-litros todo em alumínio, motor V-10 com válvula no cabeçote, que vai entregar um total de 640 HP e 600 lb-pés de torque. O novo motor será acoplado a uma transmissão manual Tremec TR6060 de seis velocidades.
Para a nova geração, o Viper será oferecido em duas versões diferentes: padrão e GTS.     O GTS irá oferecer soluções tecnologicamente mais avançadas, como a suspensão de dois modos ativo para esses clientes que querem se divertir na pista de corrida.